WashFiles Visualizador EXIF e removedor de metadados
100 % privado UE RGPD Sem upload Nada sai do seu navegador.

Fotos. Privadas. — Visualizador e removedor de metadados EXIF grátis. Remova GPS, dados da câmera, datas e rastros de software de fotos, vídeos, áudio, PDF e arquivos Microsoft Office. 100 % no navegador, sem upload, totalmente anônimo.

Remova GPS, dados da câmera e rastros de fotos, vídeos, PDFs e arquivos Office. Direto no navegador.

Sem upload Sem cookies Sem conta 100 % grátis

Em cada foto.

Mais que a imagem.

Câmeras e celulares gravam invisivelmente onde a foto foi feita, com qual aparelho, em qual segundo — às vezes até o número de série.

📍
Posição GPS52.5163° N · 13.3777° E
📷
CâmeraiPhone 15 Pro · 48mm
📅
Captura2026-04-15 · 14:22:33
🔢
Número de sérieF2LX9K7P-22

Funciona simples.

Três cliques pra arquivo limpo.

1

Solte.

Foto, vídeo, PDF ou arquivo Office. Um drop — ou clique e escolha vários.

2

Escolha perfil.

Anônimo, redes sociais, manter câmera — quatro cartas prontas. Não precisa saber nada.

3

Arquivo limpo.

Clique. A cópia limpa vai direto pra pasta Downloads.

Experimente agora.

Seu arquivo aqui.

Solte arquivos aqui, clique para selecionar ou cole com Ctrl-V

Fotos · Vídeos · Áudio · PDF · Office (DOCX/XLSX/PPTX) · Múltiplos arquivos · Arraste de qualquer página · Cole da área de transferência

Escolher arquivo

Sem foto à mão?

Crédito e licença da imagem de exemplo

A imagem de exemplo é baseada em Cat03.jpg de Alvesgaspar via Wikimedia Commons, licenciada sob CC-BY-SA 3.0. O gato não foi fotografado no Portão de Brandemburgo — as coordenadas GPS (52,5163° N, 13,3777° L) foram adicionadas sinteticamente ao arquivo apenas para esta demo apontar para um local mundialmente reconhecível. A mensagem de privacidade fica imediata: uma foto real revelaria com a mesma precisão sua casa, seu escritório ou a escola de uma criança.

Realmente seguro.

Nunca num servidor.

Outras ferramentas fazem upload do seu arquivo e prometem apagar. Aqui não. Aperte F12, abra a aba Rede — sem upload. Desligue a internet — a ferramenta continua funcionando.

🔒
Processamento localA File API do navegador lê os bytes — eles nunca saem do seu dispositivo.
🛰️
Funciona offlineCarregue a página uma vez, desligue o Wi-Fi — tudo continua funcionando.
📖
Código legívelView Source. Sem minificação. Procure por «fetch» — não vai achar nada.

Tudo coberto.

Fotos, vídeos, documentos.

📷 Fotos JPG · PNG · WebP · HEIC · TIFF · GIF · BMP · PSD · ICO
🎬 Vídeos MP4 · MOV · MKV · WebM · AVI
🎵 Áudio MP3 · FLAC · OGG · WAV
📄 Documentos PDF · DOCX · XLSX · PPTX

Por que construímos isso — e por que é realmente anônimo

Criamos esta ferramenta porque a maioria dos removedores de metadados online faz exatamente o que você deveria evitar: pedem que você envie seus arquivos privados — fotos, vídeos, áudio, PDF, documentos Word e Excel — para um servidor que você não controla. Isso é o oposto de privacidade. Mesmo que esses serviços prometam apagar seu arquivo depois, você não tem como verificar, e seu arquivo já passou pela rede deles, pelos logs, pelos monitores de erro e possivelmente pelos backups.

Esta ferramenta é diferente. Seu arquivo nunca sai do seu computador. Seja uma foto de férias, uma entrevista gravada, um PDF confidencial ou um documento Office, o navegador abre o arquivo localmente, analisa os metadados localmente, remove o que você escolher localmente e permite salvar o arquivo limpo localmente. Não há nenhuma etapa de upload em momento algum.

Você pode verificar isso por conta própria: pressione F12, abra a aba Rede e solte um arquivo de 50 MB na ferramenta (um vídeo ou um DOCX grande serve tão bem quanto uma foto). Você não verá nenhuma requisição de upload. A ferramenta carrega apenas seus próprios arquivos JavaScript e CSS uma vez — depois funciona totalmente offline.

  • Sem upload — arquivos são lidos com a File API do navegador, nunca enviados
  • Sua foto nunca é rastreada — os dados da imagem nunca entram em nenhuma análise
  • Sem conta, e-mail ou cookies — apenas a preferência de idioma é salva localmente
  • Sem consulta GPS — nunca consultamos um serviço de mapas com suas coordenadas
  • Auditável — ver código-fonte mostra exatamente o que executa
  • Funciona offline — após carregar a página, pode desconectar a internet

Para quem é esta ferramenta

Esta ferramenta serve a qualquer um que precise inspecionar, limpar ou verificar um arquivo sem enviá-lo a um servidor de terceiros. Seis grupos a usam mais:

Indivíduos preocupados com privacidade

Remova coordenadas GPS de fotos de férias antes de postar no Instagram, OLX ou um perfil de namoro. Limpe foto de currículo, anúncio de marketplace ou screenshot antes do envio. Descubra o que uma foto existente de um ex, perseguidor ou remetente desconhecido já revela. Remova números de série do dispositivo antes de postagens públicas. Limpador EXIF gratuito, removedor de GPS, depurador de metadados — tudo no seu navegador, sem upload, sem rastreamento.

Pesquisadores OSINT e verificadores

Comunidade de inteligência de código aberto, investigadores estilo Bellingcat, mesas de fact-checking em BBC Verify, dpa, AFP, AP, Reuters e Snopes. Execute Error-Level-Analysis, JPEG-Ghost, CFA/Bayer, detecção Copy-Move, impressão DQT, análise de lacunas de histograma RGB e comparação pixel-hash de miniaturas. Gere C2PA Content Credentials assinadas para cadeia de custódia. Exporte relatório forense imprimível. O kit completo FotoForensics + Forensically, mas sem upload — importante ao investigar material vazado, sensível ou juridicamente delicado.

Jornalistas e redações

Verifique conteúdo gerado por usuários (UGC), envios de jornalismo cidadão e fotos crowd-sourced antes da publicação. Conforme LGPD/GDPR: nada sai do laptop editorial, regras de proteção de fontes e acordos coletivos permanecem intactos. Útil para redações locais sem mesa forense interna e para repórteres investigativos em histórias transfronteiriças onde fazer upload para servidores dos EUA seria problemático.

Advogados, detetives e peritos

Pré-triagem de fotos como prova em casos de direito de família, disputas patrimoniais e sinistros. Documente foto de cliente em consulta confidencial sem fazer upload — sigilo profissional preservado. Gere relatório forense PDF com hash SHA-256 e timestamp como nota interna do processo. Não admissível em juízo sozinho (use Amped Authenticate), mas excelente como primeiro passo de triagem antes de contratar perito.

Educação e treinamento

Cursos de mídia e forense digital em universidades. Treinamento policial OSINT, escolas de jornalismo, workshops de segurança da informação. Grátis, multilíngue (19 idiomas), funciona offline, explicações para iniciantes ao lado de cada técnica forense. Estudantes veem heatmaps ELA reais, clusters Copy-Move e impressões DQT em seus próprios arquivos.

Ativistas, ONGs e organizações de direitos humanos

Documentação de direitos humanos em zonas de conflito (Anistia Internacional, Human Rights Watch, Witness.org, investigadores de crimes de guerra estilo Bellingcat). Fluxos de proteção a denunciantes onde fazer upload de provas para um analisador hospedado nos EUA seria um veto absoluto. Verifique filmagens de atrocidades do Telegram, Mastodon, X. Mesas de proteção de fontes em plataformas como SecureDrop e GlobaLeaks. Laptops de campo em regiões de baixa conectividade: funciona completamente offline após carregado. A garantia de privacidade aqui não é marketing — é operacionalmente crítica.

Fio condutor: qualquer um que precise de insight de metadados sem abrir mão do controle do arquivo. Se seu fluxo de trabalho diz "não fazer upload para servidores de terceiros" — por razões legais, éticas, contratuais ou pessoais — esta ferramenta serve.

O que são metadados?

Metadados são informações ocultas que seus dispositivos e software incorporam automaticamente em cada arquivo que você cria — fotos, vídeos, gravações de áudio, PDFs e documentos Microsoft Office. A variante mais conhecida é EXIF (Exchangeable Image File Format) em fotos, mas cada tipo comum de arquivo carrega a sua. Conteúdo típico:

  • Coordenadas GPS — a localização exata onde a foto ou o vídeo foi feito, geralmente com precisão de poucos metros; smartphones também escrevem GPS em gravações MP4/MOV
  • Data e hora — quando o arquivo foi criado ou editado pela última vez, geralmente com fuso horário
  • Modelo e número de série da câmera/dispositivo — o hardware que produziu o arquivo
  • Lente, exposição, ISO, abertura — configurações técnicas completas para fotos
  • Software de edição — o programa usado para criar ou modificar o arquivo, geralmente com versão exata
  • Autor / Proprietário / Última modificação por — nomes e informações de copyright incorporados pela câmera, gravador ou Office
  • Direção, altitude, velocidade — em smartphones e dispositivos de gravação com sensores de movimento
  • Tags de áudio (ID3, comentários Vorbis) — artista, álbum, codificador, capa incorporada, às vezes letras ou frames privados de software de DJ
  • Propriedades do documento — Word/Excel/PowerPoint armazenam autor, empresa, gerente, tempo total de edição, contador de revisão e caminho do template em cada documento
  • Info de PDF — Título, Autor, Assunto, Palavras-chave, Producer (o software que escreveu o PDF), mais um stream de metadados XMP que o Adobe Reader prefere ao dict info básico

Essas informações viajam com o arquivo aonde quer que ele vá — por e-mail, mensageiros, fóruns, serviços de compartilhamento ou uploads para sites — a menos que alguém as remova. A maioria das pessoas nunca percebe que seus arquivos as carregam.

Por que isso importa?

A maioria das pessoas não faz ideia do que seus arquivos carregam em silêncio. Metadados são invisíveis em visualizadores normais — eles só aparecem quando um stalker, um investigador, um ex abusivo, um recrutador curioso, um intermediário publicitário, um doxer treinado em OSINT ou um ator estatal hostil abre o arquivo com a ferramenta certa. Aí já é tarde. Abaixo uma lista não exaustiva de consequências reais e documentadas que já aconteceram com pessoas reais:

  • Endereço residencial exposto — uma única foto com GPS da sua sala, da sua entrada ou mesmo de uma janela no fundo revela exatamente onde você mora, frequentemente com precisão de poucos metros. Anúncios imobiliários, fotos de OLX, fotos de apps de namoro e posts de "olha meu apartamento novo!" já foram usados para localizar pessoas
  • Stalking, assédio e violência doméstica — vítimas de violência em fuga foram localizadas por ex-parceiros através do GPS em fotos de filhos postadas em grupos de família ou perfis públicos. Casas de acolhimento avisam explicitamente as residentes para remover metadados antes de compartilhar qualquer imagem
  • Fontes anônimas desanonimizadas — bloggers, denunciantes, jornalistas e ativistas já foram expostos por metadados em seus próprios arquivos: GPS em fotos de protesto, nomes de autor em documentos Word vazados, números de série de câmera correlacionando imagens ao longo de anos, campos "última modificação por" em contratos
  • Vigilância "pattern of life" — timestamps e GPS juntos produzem um calendário: quando você está em casa, no trabalho, de férias, na academia, no médico, dormindo no apartamento de alguém. Cinco fotos costumam bastar para mapear uma vida
  • Impressão digital de dispositivo — o número de série da sua câmera, o da lente e a impressão de software viajam dentro de toda foto. Pesquisadores conseguem correlacionar imagens "anônimas" postadas com anos de diferença em plataformas diferentes ao mesmo dispositivo — e dali, a você
  • Vazamento via documentos Office — Word, Excel e PowerPoint carregam secretamente nomes de autor, "última modificação por" de cada coeditor, tempo total de edição, contadores de revisão, alterações controladas ocultas e o caminho do template corporativo. Candidatos já foram cortados porque o recrutador viu o nome do candidato anterior nas propriedades; whistleblowers foram identificados pelo campo de autor embutido do Office
  • Impressão Producer no PDF — todo PDF declara qual software o escreveu (Producer, Creator) e frequentemente um fluxo XMP completo. Relatórios anônimos, petições vazadas e dicas "não rastreáveis" foram rastreados a organizações específicas através desses campos
  • Desanonimização de áudio — tags ID3 de MP3 podem conter o dispositivo de gravação, o editor (Audacity, Adobe Audition com nome de login), capa incorporada com seu próprio EXIF, e horário de codificação. Memos de voz e podcasts amadores já vazaram identidades assim
  • Localização e equipamento revelados por vídeo — smartphones modernos escrevem GPS em toda gravação MP4/MOV. Exports MKV/WebM de editores profissionais carregam o nome do editor, o nome do host de codificação e a aplicação que escreveu o arquivo. Um vídeo "qualquer" de rua pode precisar onde você estava, quando e com qual dispositivo
  • Correlação forense entre plataformas — o mesmo número de série de câmera, a mesma assinatura de software ou a mesma impressão de documento aparecendo em foto de app de namoro, post de Reddit, PDF vazado e upload "de um desconhecido" no Wikipedia funde efetivamente essas identidades. É assim que o FBI liga suspeitos, jornalistas confirmam fontes, e assediadores acham seus alvos

Dois casos famosos para conhecer: John McAfee, 2012 — foragido na América Central, um jornalista da Vice o fotografou com iPhone e subiu a imagem com metadados GPS intactos. Em poucas horas, qualquer leitor do artigo sabia seu esconderijo exato na Guatemala. Higinio O. Ochoa III, 2012 — um hacker afiliado ao Anonymous postou um selfie anônimo da namorada provocando a polícia; o FBI extraiu o GPS do EXIF do iPhone e o usou para localizá-lo e prendê-lo. Nos dois casos a foto pública carregava a prova que o suspeito não sabia estar compartilhando.

Mesmo que você não seja nem foragido nem ativista, as mesmas mecânicas operam em escala menor todos os dias: uma foto de venda de casa num marketplace, uma foto do evento escolar do filho num grupo de chat, um CV aberto por um estranho, uma miniatura de vídeo enviada a um fórum. Os dados já estão no arquivo. A única pergunta é se você os remove antes de compartilhar — ou se a próxima pessoa a abrir o arquivo será quem os encontra primeiro.

Como usar esta ferramenta

  1. Solte seus arquivosArraste um ou mais arquivos para a área de upload ou clique para selecionar. Fotos (JPG/PNG/WebP/HEIC/TIFF/GIF/BMP), vídeos (MP4/MOV/MKV/WebM/AVI), áudio (MP3/FLAC/OGG/WAV), PDF e Microsoft Office (DOCX/XLSX/PPTX) são todos suportados.
  2. Veja o conteúdoPara cada arquivo, a ferramenta lista cada tag de metadados encontrada, agrupada por categoria.
  3. Escolha o que removerClique em "Remover tudo" para um arquivo totalmente anônimo ou use os botões de categoria para manter alguns metadados (por ex. manter câmera, remover GPS, ou preservar orientação/perfil de cor pelas caixas por arquivo).
  4. Salve o arquivo limpoO download contém o mesmo conteúdo na mesma qualidade, apenas sem metadados. Use o download ZIP para lotes.

Recursos

100% Privado Sem upload — sua foto é processada inteiramente no navegador via File API
Todos os formatos principais Fotos JPEG, PNG, WebP, TIFF, HEIC, GIF, BMP · Vídeo MP4, MOV, MKV, WebM, AVI · Áudio MP3, FLAC, OGG, WAV · PDF · Microsoft Office DOCX, XLSX, PPTX — cobre praticamente todo formato que carrega metadados
Detecção GPS Latitude e longitude em graus, com conversão opcional para decimal
Processamento em lote Solte múltiplos arquivos, revise individualmente, baixe todos como um único ZIP
Remoção seletiva Remova apenas GPS, apenas data, apenas software — ou tudo com um clique
Sem perdas Remover metadados não recodifica sua imagem — pixels e qualidade inalterados
Arquivos menores Fotos limpas geralmente são alguns kilobytes menores
Realmente grátis Sem anúncios, rastreamento de terceiros, conta, e-mail, limite de upload ou nível premium
19 idiomas English, Deutsch, Español, Français, Italiano, Nederlands, Polski, Português, Русский, Українська, Türkçe, العربية, हिन्दी, বাংলা, 中文, 日本語, 한국어, Bahasa Indonesia, Tiếng Việt
Exportar JSON Baixe todos os metadados analisados como arquivo JSON estruturado — para laudos forenses, análise automatizada ou arquivamento antes da remoção. Gerado no seu navegador, nunca enviado.
Hash SHA-256 Cada arquivo é hasheado localmente via WebCrypto para você verificar os bytes exatos analisados — útil para cadeia de custódia e deduplicação.
Detalhes do perfil ICC Nome do perfil, espaço de cor, classe do dispositivo e fabricante extraídos em vez de apenas «[presente]» — veja se a foto traz sRGB, Display P3, Adobe RGB ou uma calibração personalizada.
Suporte a RAW Lê CR2, NEF, ARW, DNG, ORF, PEF, RW2 (RAW baseados em TIFF), além de Canon CR3 e Fujifilm RAF — somente visualização, mesmo parser EXIF do JPEG.
Perfis de privacidade Quatro presets — Anônimo, Redes sociais, Manter câmera, Só GPS — para situações comuns.
Editor EXIF por tag Edite Marca, Modelo, Software, Artista, Copyright, Data e Orientação em JPEG sem recodificar.
Falsificação GPS Substitua coordenadas reais por um marco famoso ou sua própria lat/lon.
Decodificador MakerNote Inspeção Profunda decodifica MakerNote para Canon, Nikon e Sony — lente, contador, firmware, serial.
Exportação ExifTool Mude para o formato JSON -j do ExifTool e integre em pipelines forenses existentes.
Exportação CSV Exporte todos os metadados como CSV para Excel, LibreOffice ou Google Sheets.
Diff de tags Após cada limpeza você vê quais tags foram removidas e quais mantidas.
Limpeza de nome Remove padrões de data/hora/coordenadas dos nomes gerados pela câmera antes do download.
Visualizador hex Inspecione bytes brutos de EXIF, PNG, MP4, MKV, PDF — visão forense no navegador.
Pontuação de Risco (0-100) Pontuação tipo semáforo que quantifica a identificabilidade do arquivo.
Explicações de tags Clique no «?» ao lado de qualquer tag para uma explicação clara — sem contato com servidor.
Linha do tempo Todas as datas em um eixo. Fotos autênticas agrupam por segundo; falsificadas mostram saltos.
Auditoria de miniatura Detecta a preview IFD1 que muitos esquecem — avisa se carrega GPS próprio.
Pistas de manipulação Cruza datas, assinaturas de software e fabricante MakerNote contra Marca — sinaliza inconsistências.
Snippet ExifTool Gera o comando ExifTool equivalente para cada operação — útil para scripting e verificação.
Impressão de compressão Compara tabelas de quantização JPEG com doze perfis "Salvar para web" Photoshop mais libjpeg-padrão. Identifica software e pipeline provável. Local, somente leitura.
Inspetor de estrutura Lista cada marcador JPEG, chunk PNG e caixa HEIC/MP4 como lista clicável color-coded. Detecta arquivos poliglotas, marcadores OEM exóticos e contêineres esteganográficos.
Mapa de calor JPEG-Ghost Re-salva em oito níveis e encontra melhor Q por região 16×16. Regiões inseridas se destacam como cluster colorido — técnica clássica Farid 2009.
Mapa de Ruído + Bayer Variância de ruído marca blocos suspeitosamente suaves. Pontuação de impressão Bayer (0–100) é alternativa defensável aos detectores IA — IA perto de 0, fotos reais 50+.
Detecção copy-move Faz hash de cada bloco 16×16 e encontra grupos idênticos com mesmo deslocamento — assinatura do carimbo de clonagem. Web Worker, página responsiva.
Detector de discrepância de miniatura Compara miniatura IFD1 incorporada com imagem principal reduzida via hash perceptual 64-bit. Após edições a miniatura não é atualizada — conteúdo diferente é prova quase infalível de manipulação. Clássico Hany Farid 2009.
Histograma RGB + picos Distribuição de brilho por canal R/G/B e contagem de bins vazios. Níveis/curvas/tone-mapping deixam lacunas — mais de 20 bins vazios é quase sempre ajuste Photoshop/Lightroom.
Lupa de pixels (8×) Hover ou pressão longa em mapas forenses mostra bolha com pixels ampliados 8×, valores RGB e código hex.
Exportação de relatório forense PDF Um clique — documento pronto para impressão com hash, destaques EXIF, impressão de compressão e cada achado. "Salvar como PDF" produz documento de evidência. Sem biblioteca PDF, sem upload.
Controle deslizante de comparação lado a lado Arraste duas imagens, arraste o controle deslizante no meio para revelar diferenças pixel por pixel. Ferramenta forense clássica. Lupa de pixels em ambas as metades.
Credenciais C2PA Auto-Assinar Carimbe qualquer JPEG com um "selo de autoria" digital — como assinar uma carta com sua própria caneta. O navegador gera uma chave criptográfica fresca, assina a foto, descarta a chave. O JPEG assinado pode ser verificado em contentcredentials.org. A única ferramenta C2PA apenas-navegador que não envia seu arquivo.
Escrever etiquetas IPTC (não apenas remover) Adicionar ou substituir 24 campos IPTC — Headline, Caption, Keywords, By-line, Cidade, País, Credit, Source, Copyright e mais. O mesmo formato que redações e bancos de imagens usam. As entradas IPTC existentes são preservadas (merge), para você não apagar acidentalmente o trabalho anterior de outro fotógrafo.
Escrever metadados XMP Injetar 20 campos XMP (padrão moderno da Adobe) em JPEG, PNG e WebP — dc:creator, dc:rights, dc:subject (keywords), photoshop:City/State/Country, xmpRights:UsageTerms e mais. Muitos programas preferem XMP aos blocos EXIF/IPTC antigos.
Editor de metadados PNG Edite também os chunks PNG-Text — Title, Author, Description, Copyright, Creation Time, Software, Comment. Compatível com Unicode via iTXt. Até agora a maioria das ferramentas de navegador só editava JPEG; esta também escreve metadados em PNG.
Edição em massa de dezenas de arquivos Digite seu copyright uma vez, clique "Aplicar a todos" — cada JPEG/PNG/WebP da lista recebe o mesmo valor. Perfeito para fotógrafos carimbando um casamento, jornalistas etiquetando uma série, ou qualquer um cansado de editar 50 arquivos um por um.
Salvar modelos reutilizáveis Salve seus metadados típicos como um modelo nomeado ("Meu copyright padrão", "Casamento 2026") e reaplique no próximo mês com um clique. Modelos podem ser exportados como JSON, compartilhados com colegas e importados em outra máquina.
Copiar metadados de outro arquivo Clique "Usar este arquivo como modelo" em qualquer foto — seus valores EXIF/IPTC/XMP ficam disponíveis no editor de todos os outros. A forma mais rápida de clonar metadados de uma foto bem etiquetada para um novo lote.
Deslocar datas em massa Mova todos os campos DateTime por horas, dias ou minutos em todas as fotos carregadas de uma vez. Útil quando o relógio da câmera estava errado, ao cruzar fusos horários, ou quando você descobre anos depois que a data estava em 2010 a viagem inteira.
Seletor GPS em mapa Clique num mapa real para definir coordenadas GPS falsas — muito mais fácil que digitar 48.8584, 2.2945 à mão. Os tiles do mapa só carregam quando você clica explicitamente em "Mostrar mapa", a garantia de privacidade fica intacta até você optar.

Como esta ferramenta se compara a outras ferramentas EXIF?

A maioria das ferramentas EXIF online cai em duas categorias: serviços baseados em servidor que pedem upload de fotos privadas, e ferramentas de navegador com recursos limitados ou monetização agressiva.

Como ler a tabela: o ✓ verde marca uma resposta boa para sua privacidade; o ✗ vermelho marca uma má. A mesma palavra (ex. «raramente») pode aparecer nas duas cores conforme a pergunta — «Funciona offline → raramente» é ruim (vermelho), «Conta obrigatória → raramente» é bom (verde).

Esta ferramenta Ferramentas baseadas em servidor Outras ferramentas de navegador
Arquivo sai do dispositivo ✗ não ✓ sim ✗ não
Código-fonte auditável ✓ sim ✗ não normalmente
Multilíngue ✓ 19 idiomasapenas EN às vezes
Funciona offline ✓ sim (PWA) ✗ não ✗ raramente
JPG / PNG / WebP / HEIC ✓ fotos + vídeo + PDFmaioriageralmente só JPG
Metadados de áudio (MP3/FLAC/OGG/WAV)✓ simapenas pago✗ não
Arquivos Office (DOCX/XLSX/PPTX) ✓ simapenas pago✗ não
Processamento em lote ✓ download ZIPfrequentemente pagofrequentemente ausente
Anúncios / Rastreamento de terceiros ✗ nenhum ✓ muitos frequentemente presente
Conta requerida ✗ nenhuma frequentemente✓ raramente
Chamada mapa GPS (risco de vazamento) ✗ nunca frequentemente frequentemente
Exportação JSON / estruturada ✓ sim apenas pago ✗ raramente
Hash SHA-256 do arquivo ✓ sim ✗ não ✗ raramente
RAW de câmera (leitura) ✓ sim ✓ sim ✗ raramente
Detalhes do perfil ICC ✓ sim normalmente ✗ não
Perfis de privacidade✓ sim ✗ não ✗ não
Editor por tag ✓ sim apenas pago ✗ raramente
Falsificação GPS ✓ sim ✗ não ✗ não
Decodificação MakerNote (Canon/Nikon/Sony)✓ simapenas pago✗ não
Exportação compatível com ExifTool✓ sim ✗ não ✗ raramente
Exportação CSV ✓ sim apenas pago ✗ não
Diff de tags após limpeza ✓ sim ✗ não ✗ não
Limpeza de nome ✓ sim ✗ não ✗ não
Pontuação de Risco (0-100)✓ sim ✗ não ✗ não
Explicações de tags✓ sim ✗ não ✗ não
Linha do tempo de datas ✓ sim ✗ não ✗ não
Auditoria de miniatura✓ sim ✗ não ✗ raramente
Detecção de manipulação✓ sim✗ não ✗ não
Gerador de comando ExifTool✓ sim ✗ não ✗ não
Remoção TIFF (seletiva + total) ✓ sim ✗ não ✗ não
Remoção BMP (perfil ICC V5)✓ sim ✗ não ✗ não
Análise de Nível de Erro (ELA) ✓ sim requer upload✗ não
Estimador de qualidade JPEG ✓ sim requer upload✗ não
Impressão de compressão DQT + pipeline✓ simrequer upload✗ não
Inspetor de estrutura do arquivo✓ sim✗ não✗ não
Mapa de calor JPEG-Ghost ✓ sim requer upload✗ não
Variância de ruído + mapa CFA/Bayer✓ simrequer upload✗ não
Detecção copy-move de clones ✓ sim requer upload✗ não
Detecção de discrepância de miniatura✓ sim✗ não✗ não
Histograma RGB + detecção de picos✓ sim✗ não✗ não
Lupa de pixels (8× + leitura RGB)✓ sim✗ não✗ raramente
Exportação de relatório forense PDF✓ simapenas pago✗ não
Comparação lado a lado com controle deslizante✓ sim✗ raramente✗ não
Procedência C2PA Auto-Assinar (apenas navegador)✓ sim✗ não✗ não
Escrever/injetar IPTC ✓ simapenas pago ✗ não
Escrever/injetar XMP ✓ simapenas pago✗ não
Editar metadados PNG ✓ sim✗ raramente✗ não
Edição em massa em vários arquivos✓ sim apenas pago ✗ não
Modelos de metadados reutilizáveis✓ simapenas pago✗ não
Copiar metadados entre arquivos✓ sim apenas pago ✗ não
Deslocamento de datas em massa ✓ sim apenas pago ✗ não
Seletor GPS em mapa (seguro)✓ sim frequentemente ✗ não
Custo grátis freemiumgrátis

Auditável significa: abra os arquivos .js diretamente no navegador e leia o que fazem. Sem minificação, sem ofuscação, sem código remoto.

Metodologia: a coluna «Outras ferramentas de navegador» resume os recursos públicos de exif.tools, onlineexifviewer.com, verexif.com, imageonline.co/exif-tool, removemyexif.com em 2026-05. «Ferramentas baseadas em servidor» cobre jimpl.com, metadata2go.com, pic2map.com, fotoforensics.com. Marcamos «raramente» em vez de «não» quando pelo menos uma ferramenta da coluna tem o recurso. Avise-nos sobre imprecisões.

Perguntas frequentes

Minha foto realmente não é enviada?

Correto. Tudo roda no seu navegador. Você pode verificar abrindo a aba Rede nas ferramentas do desenvolvedor (F12) e soltando uma foto grande — não verá nenhuma requisição saindo com seu arquivo.

Quais metadados são removidos exatamente?

Para JPEG: todos os segmentos APP1 (EXIF, XMP), APP2 (ICC, MPF), APP13 (Photoshop, IPTC) e APP14 (Adobe). Para PNG: tEXt, iTXt, zTXt, eXIf e chunks XMP da Adobe. Para WebP: os chunks EXIF, XMP, ICCP além dos flags de presença VP8X. Para GIF: extensões Comment e Plain-Text mais extensões de aplicação XMP (o loop de animação NETSCAPE é preservado). Para MP4/MOV: as caixas udta/meta/ilst são neutralizadas para átomos "free", e os timestamps mvhd/tkhd são zerados. Para MKV/WebM: os elementos Tags, Attachments, Title, DateUTC, MuxingApp e WritingApp são substituídos por elementos Void de tamanho idêntico. Para AVI/WAV: os chunks LIST INFO e bext/iXML/IDIT são renomeados para JUNK. Para áudio (MP3, FLAC, Ogg): ID3v1/v2/APEv2 completos, Vorbis-comment + PICTURE e reescrita de páginas com CRC correto. Para PDF: dict DocInfo + override do stream XMP via atualização incremental. Para DOCX/XLSX/PPTX: docProps/core.xml + app.xml + custom.xml substituídos por stubs anonimizados. Os dados de pixels, amostras de áudio, quadros de vídeo e corpo do documento nunca são alterados.

Remover EXIF reduz a qualidade da imagem?

Não. EXIF é um bloco de metadados separado dentro do arquivo. Removê-lo não recodifica a imagem — pixels e compressão JPEG/PNG/WebP ficam exatamente como eram.

Posso manter alguns metadados e remover o resto?

Sim. Cada cartão de arquivo tem botões para remover apenas categorias específicas — ex: "Remover apenas GPS" mantém tudo exceto a localização.

Redes sociais já removem EXIF?

Algumas sim, outras não, e as regras mudam sem aviso. Facebook, Instagram e X removem a maioria do EXIF em posts públicos mas mantêm parte internamente. WhatsApp, Telegram (no "enviar como arquivo"), Discord, anexos de e-mail, blogs, fóruns, eBay — quase todos mantêm EXIF intacto.

Por que não mostram a localização GPS no mapa?

Porque no momento em que carregássemos automaticamente um tile de mapa — mesmo uma minúscula prévia — seu navegador enviaria as coordenadas GPS da sua foto a um servidor de terceiros (Google Maps, OpenStreetMap, Mapbox) sem que você fizesse nada. Esse terceiro saberia silenciosamente que alguém deste IP acaba de abrir uma foto com essas coordenadas — exatamente o tipo de vazamento por canal lateral que esta ferramenta existe para evitar. A ferramenta em si, portanto, nunca contata nenhum serviço de mapas: latitude e longitude são mostradas apenas como texto puro. No entanto, oferecemos um link clicável «Abrir no OpenStreetMap» ao lado das coordenadas — ao clicar, o OSM abre em uma nova aba e as coordenadas são transmitidas ao OSM. Essa requisição só acontece porque VOCÊ escolheu clicar; é a sua decisão, não da ferramenta, e você pode ignorar o link ou colar as coordenadas em qualquer outro serviço de mapas.

E as fotos HEIC do iPhone?

A ferramenta detecta arquivos HEIC e os converte para JPEG localmente usando um decodificador WebAssembly embutido (libheif), depois remove os metadados. Sem upload em momento algum.

A ferramenta é open source?

O código é entregue ao seu navegador como arquivos JavaScript planos e totalmente legíveis. Botão direito → Ver código-fonte. Sem minificação ou ofuscação.

Qual é a pegadinha? Por que é grátis?

Não há pegadinha. A ferramenta é fornecida como serviço gratuito por Midgard MUD — um RPG online gratuito de mitologia nórdica. Alguns visitantes descobrem Midgard pela ferramenta e experimentam o jogo, mas não há obrigação.

Posso usar isso no meu celular?

Sim. A ferramenta funciona em qualquer navegador móvel moderno — Safari no iOS, Chrome e Firefox no Android. Instala como PWA — adicione à tela inicial para experiência tipo aplicativo.

Por que minha foto ainda mostra alguma informação de data/dimensões?

As dimensões da imagem (largura × altura) e o tamanho do arquivo são inerentes à imagem em si, não metadados — não podem ser ocultados sem recodificação.

Há limites no tamanho do arquivo ou número de fotos?

Não há limite rígido. Limites práticos são definidos apenas pela memória do dispositivo: um celular ou laptop típico lida confortavelmente com 50+ fotos de 20 MB cada.

A ferramenta também remove marcas d'água das fotos?

Depende do tipo. Marcas d'água visíveis (logos, sobreposições de texto, carimbos estilo Shutterstock) fazem parte dos pixels da imagem — a remoção de metadados não pode removê-las, e removê-las costuma ser ilegal pela lei de direitos autorais. Esta ferramenta NÃO faz isso. No entanto, marcas d'água "invisíveis" armazenadas em metadados — IPTC Copyright, XMP dc:rights, marcadores Photoshop IRB, IDs de stock no APP13 — SÃO removidas ao clicar em "Remover todos os metadados". O mesmo vale para números de série da câmera e impressões digitais de software de edição.

Sou completamente iniciante — o que é EXIF afinal, em um parágrafo?

Quando você tira uma foto com um smartphone ou câmera, o dispositivo escreve automaticamente um "rótulo de dados" dentro do arquivo da foto, ao lado da imagem real. Esse rótulo inclui coisas como onde exatamente você estava (coordenadas GPS, frequentemente precisas em poucos metros), que horas eram, qual dispositivo você usou, até o número de série do dispositivo. Esses dados são invisíveis ao visualizar a foto, mas qualquer um que receba o arquivo pode lê-los com ferramentas gratuitas — incluindo o destinatário de um e-mail, um comprador do eBay, um leitor de fórum, um stalker. EXIF é a abreviação de "Exchangeable Image File Format" e é o nome técnico desse rótulo. Removê-lo antes de compartilhar suas fotos é um hábito básico de privacidade, semelhante a fechar as cortinas antes de se trocar.

Só quero compartilhar uma foto com amigos — realmente preciso disso?

Resposta honesta: provavelmente sim, especialmente para fotos tiradas em casa. Cenário comum: você tira foto do seu novo cachorrinho na sala, compartilha em um canal do Telegram ou posta em um grupo do Facebook. A foto contém coordenadas GPS apontando para dentro de poucos metros do seu sofá. Qualquer um nesse canal/grupo — mesmo pessoas que não te conhecem pessoalmente — pode extrair essas coordenadas com ferramenta gratuita, colar no Google Maps e ver sua porta da frente no Street View. Para fotos dos seus filhos em casa, é uma preocupação particularmente real. WhatsApp remove EXIF ao enviar foto como imagem, mas Discord, Telegram (modo arquivo), e-mail, posts de blog e a maioria dos outros lugares mantêm tudo intacto. Um strip de 10 segundos antes de compartilhar fecha essa lacuna.

Como sei que de fato nada é enviado — sem precisar acreditar só na sua palavra?

Três maneiras independentes de confirmar: 1. Confiança por verificação: pressione F12 no navegador → aba "Rede" → solte uma foto grande na ferramenta → observe o log de rede. Se enviássemos para algum lugar, você veria uma requisição saindo com o arquivo. Não verá — as únicas requisições visíveis são os arquivos JavaScript da própria ferramenta, carregados uma vez ao abrir a página. 2. Desconectar e ainda funcionar: carregue a página uma vez com internet, depois desligue Wi-Fi ou ative modo avião. A ferramenta continua funcionando perfeitamente porque tudo roda localmente. Uma ferramenta baseada em servidor falharia imediatamente. 3. Ver código: clique direito → "Exibir código-fonte", depois clique em "exif-tool.js" — o código é JavaScript legível, sem minificação ou ofuscação. Procure palavras como "fetch" ou "XMLHttpRequest" — só as encontrará em locais que carregam arquivos de tradução do seu próprio navegador, nunca enviando dados de fotos. Se ainda assim estiver desconfortável, não precisa usar a ferramenta — é uma reação perfeitamente válida a alegações de "confie em mim, é seguro" na internet, e respeitamos isso.

Funciona também para arquivos de áudio?

Sim, em quatro formatos de áudio diferentes com o mesmo fluxo de um clique das fotos. Arquivos MP3 contêm três camadas independentes de metadados — uma tag ID3v2 no início do arquivo (Título, Artista, Álbum, letras, capa incorporada, strings do codificador, às vezes frames GEOB privados colocados por software de gravação ou DJ), uma tag ID3v1 nos últimos 128 bytes e ocasionalmente um rodapé APEv2 usado pelo Foobar2000 e players similares. A ferramenta remove as três de uma vez e deixa os frames de áudio MPEG bit-idênticos, então a qualidade não muda e o arquivo fica apenas alguns kilobytes (ou vários megabytes se havia capa incorporada) menor. Arquivos FLAC têm seu bloco Vorbis-comment (artista, título, ReplayGain, copyright) e qualquer bloco PICTURE removidos, mas o bloco STREAMINFO permanece intacto para que os players continuem mostrando duração e taxa de amostragem. Ogg Vorbis e Ogg Opus são os mais delicados: o payload de comentários vai dentro de páginas Ogg com checksums CRC32 rigorosos, então a ferramenta substitui o pacote de comentários por um mínimo vazio, re-segmenta e recalcula o CRC32 (polinômio 0x04C11DB7) de cada página afetada — players rigorosos como Rockbox e ferramentas baseadas em libogg continuam validando o arquivo. Arquivos WAV têm suas entradas LIST INFO (Artist, Comments), chunks Broadcast-Wave (bext), iXML, XMP embutido e qualquer sub-chunk ID3 transformados em RIFF JUNK, o que mantém os offsets válidos para editores. Nenhum áudio é re-codificado.

Pode limpar metadados de Word, Excel e PowerPoint?

Sim — DOCX, XLSX e PPTX são todos suportados, e este é na verdade um dos casos de uso de privacidade mais subestimados. O Microsoft Office armazena uma quantidade surpreendente de dados pessoais dentro de cada documento: o nome do autor e o "modificado por último", o nome da sua empresa, o nome do seu gerente (se configurado nas Opções do Office), a versão do aplicativo (que revela o build exato do Office), o tempo total de edição (quantos minutos você realmente passou no arquivo), o contador de revisões, o caminho do template, além de quaisquer propriedades personalizadas. Tudo isso vive em dois pequenos arquivos XML (docProps/core.xml e docProps/app.xml) dentro do contêiner ZIP que um documento do Office realmente é. A ferramenta desempacota o documento no seu navegador, substitui esses dois arquivos XML por stubs anonimizados que mantêm os namespaces XML corretos (para que o Office abra o arquivo sem caixa de diálogo de recuperação), esvazia docProps/custom.xml e reempacota o ZIP. Crucialmente: o conteúdo real do documento — seu texto, parágrafos, fórmulas, slides, imagens incorporadas, gráficos — é copiado byte a byte, então abrir o arquivo limpo no Word, Excel ou PowerPoint mostra exatamente o mesmo conteúdo sem avisos. Vale lembrar: alterações controladas e comentários dentro do corpo do documento contêm sua própria atribuição de autor; esses são parte do conteúdo e não são removidos pelo strip padrão — para um documento totalmente anônimo, aceite todas as alterações e exclua comentários no Office antes de baixar.

O que é o hash SHA-256 mostrado para cada arquivo?

É uma impressão criptográfica dos bytes exatos que você arrastou, calculada localmente no navegador via WebCrypto. Dois arquivos idênticos têm o mesmo hash; um único bit alterado gera um hash totalmente diferente. Exibimos junto aos demais metadados e incluímos na exportação JSON. Útil para confirmar que duas fotos são byte a byte iguais, documentar cadeia de custódia ou registrar em um laudo qual arquivo exato você analisou sem precisar guardar uma cópia.

Posso exportar os metadados como arquivo?

Sim. Cada cartão de arquivo tem um botão «Exportar JSON» que baixa um .json estruturado com informações do arquivo, todas as tags EXIF / IPTC / XMP / ICC analisadas, os magic bytes e o hash SHA-256. A ação em lote «Exportar todos os metadados (JSON)» reúne todos os arquivos carregados em um único JSON. A exportação é gerada inteiramente no navegador e salva localmente — nada é enviado.

Suporta arquivos RAW (CR2, NEF, ARW, DNG)?

Sim, para leitura. Formatos RAW baseados em TIFF — Canon CR2, Nikon NEF, Sony ARW, Adobe DNG, Olympus ORF, Pentax PEF, Panasonic RW2 — passam pelo nosso parser TIFF, então EXIF completo, dados de lente, datas e GPS aparecem normalmente. Canon CR3 (ISO BMFF, como HEIC) e Fujifilm RAF são reconhecidos só para leitura. RAWs não são limpos porque remover metadados exigiria recodificar dados de sensor proprietários, o que o navegador não faz com segurança. Se precisar de um RAW limpo, revele primeiro para JPEG ou TIFF no editor e limpe aqui.

Por que a ferramenta mostra detalhes do perfil ICC como «Display P3» ou «Adobe RGB»?

Muitas fotos carregam um perfil de cor embutido que diz aos visualizadores como interpretar as cores. Analisamos localmente e mostramos o nome real (sRGB IEC61966-2.1, Display P3, Adobe RGB (1998), calibração do fabricante etc.) com espaço de cor, classe do dispositivo, versão e fabricante — em vez de apenas «[presente, N bytes]». Útil para saber se a foto tem perfil de gama ampla ou para confirmar que a saída limpa mantém o perfil quando você ativa «Manter perfil de cor».

O que são os perfis de privacidade, qual escolher?

Anônimo remove tudo · Redes sociais mantém orientação + perfil de cor · Manter câmera remove GPS/data/autor · Só GPS remove só a localização.

O que é Análise de Nível de Erro (ELA)?

ELA é uma técnica forense. A ferramenta re-salva o JPEG em qualidade 90 e visualiza a diferença por pixel, amplificada ×20. Em uma foto não editada todas as regiões mostram "ruído" uniforme. Um rosto colado ou céu remendado aparece mais claro — pista heurística de manipulação. Local via Canvas, sem upload.

O que significa a estimativa de qualidade JPEG?

Cada JPEG carrega uma Tabela de Quantização que define a força de compressão. Comparamos com a tabela JPEG-50 de referência para estimar a qualidade (1-100) do último salvamento. 95+ = provavelmente original da câmera, 80-94 = exportação web/email, 60-79 = fortemente recomprimido (Messenger), <60 = ciclos múltiplos.

O que é o cartão de Impressão de compressão?

Identifica qual software salvou seu JPEG por último comparando as tabelas de quantização com doze perfis Photoshop "Salvar para web" mais referência libjpeg-padrão, e inventariando cada marcador APP. Combina sinais em veredito claro mais pipeline provável. Somente leitura, local.

O que mostra o Inspetor de Estrutura?

Percorre o arquivo e lista cada marcador JPEG, chunk PNG ou caixa HEIC/MP4 como linha clicável, color-coded por categoria. Caso chave: encontra arquivos poliglotas (dados ocultos após EOI/IEND) que aparecem como linha vermelha TRAILING.

O que é a análise JPEG Ghost?

Técnica forense (Hany Farid, 2009) que re-salva a foto em oito níveis de qualidade e encontra o Q ótimo para cada bloco 16×16. Regiões inseridas de JPEG com qualidade diferente se destacam no mapa de calor com caixa tracejada vermelha.

O que os mapas de Ruído e CFA me dizem?

Dois testes. O mapa de variância de ruído marca blocos suspeitosamente suaves (denoising, retoque, clones). O mapa CFA/Bayer verifica impressão do sensor; fotos reais têm assinatura forte (50–95/100), imagens IA não (abaixo 20/100). Alternativa defensável aos detectores IA caixa-preta.

O que é a Detecção Copy-Move?

Faz hash de cada bloco 16×16 e encontra grupos de blocos idênticos deslocados pela mesma quantidade — assinatura do carimbo de clonagem. Mapa de calor destaca cada cluster em cor diferente com linhas entre origem e destino. Roda em Web Worker.

O que é a detecção de discrepância de miniatura?

Quase todo JPEG de smartphone/DSLR contém miniatura ~160-200px incorporada no EXIF (IFD1). Após edições no Photoshop a imagem principal muda mas a miniatura geralmente permanece inalterada. Comparação via hash perceptual 64-bit e distância Hamming. 0-3 = idêntico, 4-15 = corresponde, 16-30 = suspeito, 31+ = prova quase infalível de manipulação. Clássico Hany Farid 2009.

O que o histograma RGB me diz?

Plota quantos pixels cada valor de brilho (0-255) tem por R/G/B. Foto natural tem histograma suave; níveis/curvas/tone-mapping do Photoshop deixam bins vazios (lacunas). Menos de 5 = natural, 5-19 = leve, 20+ = forte impressão de edição. Câmeras nativas raramente >5-10 lacunas.

O que é a lupa de pixels?

Hover (ou pressão longa em touch) sobre qualquer mapa forense e uma bolha 88×88 segue o cursor com visão 8× ampliada, mira amarela no pixel central, valores RGB, código hex e coordenadas X/Y. Mesmo fluxo do Forensically. Essencial para ler ELA, ruído e CFA no nível de pixel.

Posso exportar um relatório forense como PDF?

Sim. Clique em "Gerar relatório forense" no modo Pro e um documento pronto para impressão abre em nova aba com hash do arquivo, destaques EXIF, impressão de compressão e cada achado forense. "Imprimir / Salvar como PDF" produz documento de evidência limpo. Sem biblioteca PDF, sem upload.

O que é o controle deslizante de comparação lado a lado?

Arraste duas imagens, então no cartão Pro da segunda selecione a primeira do menu "Comparar com" — ambas se sobrepõem e um controle deslizante no meio permite revelar uma ou outra arrastando. Visualização forense clássica antes/depois.

O que é a função C2PA Auto-Assinar?

C2PA é um novo padrão da indústria que permite que uma foto carregue um "selo digital" embutido que prova de onde veio. Grandes agências de notícias (Reuters, AP) e fabricantes de câmeras (Sony A7-IV, Nikon Z9, Leica M11-P) usam para marcar fotos como reais; ferramentas IA como DALL-E usam para marcar imagens como geradas por IA. Com esta ferramenta você pode colocar seu próprio selo em qualquer JPEG, gerado inteiramente no seu navegador. Como assinar uma carta com sua própria caneta — o selo prova que VOCÊ produziu exatamente esta versão do arquivo neste momento exato. Útil para fotógrafos documentando seu fluxo de trabalho, advogados construindo cadeias de evidência, jornalistas compartilhando fotos com editores que conhecem sua chave pública, ou qualquer um testando ferramentas C2PA. O navegador gera uma chave criptográfica fresca, assina o JPEG, incorpora a assinatura, descarta a chave. Nada é enviado. O destinatário verifica em contentcredentials.org. Importante: isto é "auto-assinado", então outras ferramentas mostram "emissor desconhecido" — isso é esperado e correto. Para atestação de nível Reuters você precisaria de uma autoridade de certificação comercial paga.

Posso editar campos EXIF individuais?

Sim, em JPEG. Clique «Editar tags» para mudar Make, Model, Software, Artist, Copyright, DateTime, Orientation. Pixels intactos.

Posso definir GPS falso?

Sim, em JPEG. Clique «GPS falso» e escolha um monumento ou insira lat/lon próprios.

O que é JSON compatível com ExifTool?

O ExifTool de Phil Harvey é o padrão CLI desde 2003. O modo `-j` produz JSON plano. Nosso export imita esse formato.

O que revela Inspeção Profunda?

Decodifica o MakerNote proprietário de Canon/Nikon/Sony — modelo de lente, contador de obturador, número de série interno, firmware.

Por que muda o nome do arquivo?

IMG_20240315_142233.jpg revela o segundo exato. Limpamos opcionalmente padrões de data/coordenadas em nomes auto-gerados.

O que é a Pontuação de Risco?

Um número 0-100 com etiqueta tipo semáforo. Cada dado sensível adiciona pontos: GPS +30, miniatura com GPS +15, serial +20, marca/modelo +10, data +10, autor +15, software +5. <30 baixo, <60 atenção, mais alto.

O que significa o aviso de "miniatura embedded"?

Muitas câmeras salvam uma preview pequena dentro do bloco EXIF (IFD1). Ferramentas ingênuas só limpam o bloco principal e esquecem IFD1 — que pode ter próprio GPS. Nossa ferramenta detecta, avisa e remove com "Remover tudo".

O que significam os avisos de "possíveis inconsistências"?

A ferramenta cruza timestamps e campos de identidade que deveriam coincidir. Se divergem, o arquivo foi editado. Ex.: DateTimeOriginal 2024 mas GPSDateStamp 2010 — antedatado. Marca Canon mas MakerNote Sony — falsificado.

Para que serve a linha do tempo?

Uma foto autêntica tem 3-5 datas distintas que coincidem no segundo. A linha do tempo as coloca em um eixo — você vê de relance se uma está anos fora, pista forte de manipulação.

Para que serve o snippet ExifTool?

Sob cada cartão, um snippet imprime o comando ExifTool equivalente. Útil para aprender sintaxe ou verificar nossa saída executando o comando localmente.

Para que servem os ícones "?"?

Clique no «?» ao lado de qualquer tag para uma explicação clara do que significa, por que é sensível e o que alguém poderia fazer com ela. Empacotado na página, sem contato com servidor.

Esta ferramenta também pode ADICIONAR metadados, não só remover?

Sim, e esta é uma das maiores melhorias na versão 3.0. Até v2.5 a ferramenta focava em remover. Muitos usuários pediram: "Ótimo para limpar, mas também quero ESCREVER meu nome de fotógrafo, copyright, legendas e palavras-chave." Agora está incluído. Clique "Editar tags" em qualquer card JPEG, PNG ou WebP (apenas modo Profissional) e um editor com abas se abre: EXIF, IPTC, XMP e PNG-Text. Digite os valores, clique Salvar, receba um arquivo com esses valores escritos. Os metadados existentes são preservados a menos que você os sobrescreva explicitamente. Os pixels da imagem nunca são recodificados.

O que é IPTC e por que devo escrevê-lo?

IPTC (International Press Telecommunications Council) é o formato de metadados inventado para redações nos anos 90. Enquanto EXIF descreve a câmera (Marca, Modelo, exposição), IPTC descreve o contexto editorial: quem tirou (By-line), o que mostra (Caption, Keywords), onde foi tirada (Cidade, País), quem possui os direitos (Copyright). Toda agência principal — Reuters, AP, AFP, Getty — depende de IPTC. Se você vende stock ou licencia seu trabalho, IPTC correto é essencial: viaja com o arquivo para sempre, mesmo se o EXIF for removido. Nosso editor escreve 24 campos IPTC.

O que é XMP e como difere de EXIF?

XMP (eXtensible Metadata Platform) é o formato moderno de metadados da Adobe, introduzido em 2001 e baseado em XML/RDF. Pense nele como o "sucessor" de EXIF e IPTC — armazena os mesmos tipos de informação mas numa forma mais rica e estruturada, e (importante) o mesmo bloco XMP funciona dentro de JPEG, PNG, WebP, TIFF, PDF e até documentos Office. Muitas ferramentas modernas escrevem XMP em vez de blocos EXIF/IPTC antigos. Nosso editor escreve 20 campos XMP — e diferentemente de EXIF/IPTC, nosso writer XMP funciona também para PNG e WebP.

Posso editar arquivos PNG agora, não só JPEG?

Sim. PNG tem seu próprio sistema de metadados pouco conhecido baseado em "text chunks" chamados tEXt (Latin-1, só ASCII) e iTXt (UTF-8, com acentos e scripts não latinos). A especificação PNG define keywords recomendadas: Title, Author, Description, Copyright, Creation Time, Software, Comment. Abra o editor em qualquer PNG e verá uma aba "PNG Text" com todas — mais uma aba XMP. Nosso writer escolhe automaticamente tEXt para ASCII puro ou iTXt para caracteres especiais.

O que o Bulk-Edit faz?

Bulk-Edit permite aplicar os mesmos valores de metadados a muitos arquivos de uma vez em vez de editá-los um por um. Solte 30 fotos de casamento, clique "Bulk-Edit metadata" (modo Pro), digite seu nome em "By-line", seu copyright em "Copyright Notice", uma lista de keywords em "Keywords" — e clique Salvar. Cada arquivo selecionado recebe esses valores e é baixado automaticamente. Campos vazios não mudam nada. O que antes levava meia hora agora leva 30 segundos.

O que são modelos e como me ajudam?

Um modelo é um conjunto salvo de valores de metadados que você pode reaplicar depois com um clique. Digite nome, copyright, termos de uso — clique "Salvar…", dê um nome como "Meu padrão 2026" — e os valores são armazenados no seu navegador. Da próxima vez, escolha o modelo do dropdown e todos os campos se preenchem. Você pode salvar muitos modelos e exportar a lista inteira como JSON. Os modelos vivem apenas em localStorage deste dispositivo.

O que é Date-Shift?

Date-Shift desloca os campos DateTime das fotos selecionadas por um offset fixo — por exemplo "-3 horas" ou "+1 dia". Caso clássico: você volta de uma viagem e descobre que sua câmera estava no fuso horário errado o tempo todo. Suas 200 fotos de férias agora afirmam ter sido tiradas 6 horas antes do real. Date-Shift corrige todas as 200 de uma vez. Funciona apenas para JPEG.

O que é o seletor GPS em mapa?

Quando você falsifica coordenadas GPS, agora pode clicar num mapa real em vez de digitar latitude e longitude à mão. Abra o modal GPS-spoof e clique "Mostrar mapa" — aparece um mapa Leaflet com um marcador arrastável. Clique em qualquer lugar do mapa, o marcador pula para lá e as coordenadas se preenchem automaticamente. Privacidade: os tiles vêm do OpenStreetMap — eles veem a área que você está olhando mas NÃO sua foto. O mapa é opt-in (um clique necessário antes dos tiles carregarem).

Após o download, o macOS mostra "Where from: blob:https://…" — como removo isso?

Primeiro a boa notícia: isso NÃO são metadados dentro da sua imagem — o arquivo em si está limpo. O que você vê é um atributo de origem de download do macOS chamado kMDItemWhereFroms, exibido pelo Finder em "Obter Informações → Mais Informações → Proveniência". Seu navegador (Safari ou Chrome) o anexa a qualquer arquivo baixado por uma URL blob, que é como esta ferramenta entrega o arquivo limpo. Ele fica no sistema de arquivos ao lado do arquivo, não dentro da foto, então nenhuma ferramenta EXIF/IPTC/XMP — a nossa ou qualquer outra — consegue alcançá-lo. O UUID nessa URL é aleatório e local; não pode ser rastreado até você ou até sua foto. Para removê-lo, abra o Terminal e execute xattr -c "suafoto.jpg" (limpa todos os atributos estendidos, incluindo o sinalizador com.apple.quarantine), ou mire apenas na origem com xattr -d com.apple.metadata:kMDItemWhereFroms "suafoto.jpg". Se você usa Chrome, Edge ou Opera, agora salvamos pela caixa de diálogo nativa "Salvar arquivo" do navegador (File System Access API) sempre que o navegador oferecer suporte — esse caminho grava um arquivo real e nunca adiciona o atributo de proveniência. Safari e Firefox ainda não oferecem suporte a essa API, então lá continua valendo o download blob (e a limpeza manual acima).

A ferramenta rastreia o que eu faço com ela?

Resposta curta: não — a ferramenta em si não registra absolutamente nada sobre seu uso. Quais arquivos você solta, quais botões clica, quais tags remove, qual perfil de privacidade escolhe, quais coordenadas GPS falsifica, o que suas fotos contêm — nada disso sai do seu navegador. Seu uso da ferramenta é 100% anônimo. O que registramos, como praticamente qualquer outro site, é um contador anônimo de visitas compartilhado por todo o washfiles.com: um sinal ao carregar a página, um follow-up após 60 segundos, e um sinal de duração ao sair. Os sinais contêm apenas o caminho da URL, o referrer, tamanho da tela, idioma do navegador e um ID de visita aleatório. NÃO contêm conteúdo de arquivo, nomes de tags, ações executadas, cookies ou impressões digitais. Adicione ?notrack à URL para desativar o contador em todas as visitas futuras. Brave, Firefox strict e uBlock Origin bloqueiam o endpoint por padrão. A fronteira de privacidade que realmente importa — seus arquivos e o que faz com eles — permanece totalmente em seu dispositivo.